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1 Junho 2020

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA CORPORAL E DETEÇÃO DE MÁSCARA

 

Medição de temperatura corporal e deteção de máscara

 

Problema

Em perspetiva dos novos tempos que se vivem, algumas empresas com responsabilidades na circulação de funcionários, externos, clientes e visitantes, começam a procurar soluções devigilância de sinais de infeção.

Não sendo a única, nem suficiente, a temperatura corporal é um bom indicador de um estado de saúde problemático, eventualmente contagiante, até de vários tipos de doença.

A medição de temperatura corporal tem ainda a vantagem de poder ser efetuada em tempo real, de modo não intrusivo e automático, quando efetuada com os meios e procedimentos adequados.

 

Auto acreditação

As abordagens mais elementares aos processos de medição de temperatura tendem a seguir os métodos que todos conhecem. Medir temperatura não é uma novidade para ninguém.

Aparentemente, nada parece ser mais simples e económico do que medir a temperatura de cada circulante com um termómetro de infravermelhos. Bastaria ter um ou mais colaboradores permanentemente na porta de entrada, para se dirigir a cada pessoa, solicitar a sua imobilização, aproximar o termómetro e decidir sobre o valor da temperatura.

  

 

 

Este processo traria implicações, e colocaria em causa todas as atuais Políticas de controlo e afastamento social. Pois iria obrigar a:

  • Abdicar dos limites do distanciamento social - Termómetro de baixo custo lê a poucos centímetros.
  • Providenciar o isolamento dos operadores - A cada leitura efetuada, estes estariam permanentemente em risco.
  • Operação demorada - Necessidade de repetição a cada entrada do circulante.
  • Processo manual e pessoalizado - Maior margem de erro/omissão.

 A Datelka oferece uma abordagem mais eficaz e segura

Desenvolvemos uma solução que possibilita a autoavaliação das condições adicionais exigidas, colocando-as como complemento, a montante do procedimento normal de acesso. Assim, os circulantes registados (trabalhadores internos, trabalhadores externos, outros) acedem, a um posto de acreditação, que os habilita/acredita para circulação no espaço controlado.

Obtida esta autorização, o circulante está em condições de abordar os dispositivos de gestão e controlo de acessos, exatamente nas mesmas condições que o faria no cumprimento dos procedimentos normais.

Mas como funciona esta solução?

Os postos de acreditação são colocados antes e fora do circuito de circulação existente.

Os circulantes registados acedem voluntariamente a um dos equipamentos.

O posto de acreditação identifica (face ou cartão), mede temperatura, verifica a máscara e transmite o código de certificação para a central.

O circulante pode passar o torniquete, abrir a porta, picar o ponto, utilizar o refeitório, ser incluído no processo de evacuação, etc.

 

As vantagens desta solução

  • Deteta o rosto, verifica a máscara e mede a temperatura do corpo
  • Medição da temperatura corporal com precisão: ± 0,5 ° C, sem calibração do corpo negro
  • Distância de reconhecimento: 0,3 a 2 m
  • Deteção de utilização de máscara
  • Alerta de voz para deteção de febre
  • Lembrete de voz na ausência de máscara
  • Exibição dos resultados da medição de temperatura na página de autenticação
  • Transmissão de informações do resultado da acreditação /sim/não) via comunicação TCP / IP

 

Neste posto, com inclusão de equipamento adicional, podem ainda ser efetuados outros testes – como alcoolémia ou droga - determinados como procedimento abrangente, ou por determinação aleatória. A validade desta acreditação é variável. No estado atual, deve ser entendida por 24 horas e, se existir um funcionamento por turnos, por 12 horas. Porém, com a evolução da situação, esta validade pode ser inferior, obrigando a uma validação de manhã e à tarde, de 2 em 2 dias ou semanalmente.

 

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